
NÃO HÁ NADA QUE RESISTA AO TEMPO! Nem as apresentadoras da nossa TV... Da minha experiência pessoal e de algumas visitas que tenho feito à minha Beira-Baixa, Castelo Branco, o meu berço, meu refúgio de outrora e que deixei há tantos anos! Quando por lá passava, passo agora com menos frequência, fazendo uma ronda pelas casas onde morei, olhava-as, cada vez mais, mas já sem aquele alvoroço sentimental que há uns anos atrás acontecia. Numa delas, parando à frente da grande casa e do seu jardim, fechei os olhos e visionei-o cheio de rosas e de outras flores e até de morangueiros como era habitual, e que perfumavam logo pela manhã a casa inteira quando se abriam todas as janelas e varandas. Quando olho a realidade, encontro-o cheio de grandes arbustos de árvores que saltavam fora dos muros da casa, dando-lhe um ar de desprezo e quase abandono. Naquele meu encaminhar quase sonâmbulo, percebi as grandes diferenças que o tempo condena. "Nao há nada que resista ao tempo!"
Este intróito alargado para agora ser mais directa naquilo de que gostava de falar.
Nas dinamizadoras dos vários programas da nossa televisão! E vou ser muito sintética porque não merecem muito. Apenas no reparo final... Comecemos por uma Júlia Pinheiro que com a sua voz estridente, certamente não tem a noção das escalas, e muito convencida do que não é, pouco natural, não me consegue mover para qualquer programa onde esteja. Já não falo das situações caricatas a que se submete para fazer rir o Goucha... A seguir as libélulas extravagantes de uma Cristina Ferreira que junto do Goucha (outro que tal!) a faz ter ainda mais uma postura ridícula e sem jeito. Ele, por sua vez, feito louca tonta, esvazia-se de uma só assentada num palco que pensa ser arena de outros tempos onde os gladiadores davam conta do canastro sem dó nem piedade! Baloiça-se assim qual palhaço endiabrado! A Bárbara Guimarães, não descansou o que devia da 2ª maternidade e o resultado está à vista! Fraquissíma actuação no programa onde a colocaram. Que aqui para nós nunca foi o seu forte...Muito vazia e sem naturalidade que lhe valha! Cada vez mais artificial perde aos gritinhos a sua presença em palco. Depois ,entre outras, a Fátima Lopes. Sentada no pedestal, parece mais querer a confissão de uma vítima sentenciada, do que extorquir o desabafo de um simples cidadão... E, para além de tantas gaffes que esta gente dá como a Fátima quando perguntava a um concorrente qual era a capital da China e o mesmo respondeu que era Hong Kong, a apresentadora emendou-o, dizendo que a cidade mencionada era a capital do Japão!!!! Claro que acertou em Pequim, como capital da China por ser a pergunta formulada. Depois há outros casos que precisavam de reformas...(O caso Herman, outro que tal, a Lili Neças (é que eu não caio) que já não merecem referências tal o pasmo em que puseram este povo. FARTOS!) Voltando a elas, pecam todos pela falta de naturalidade que começa com as indumentárias luxuriantes dos grandes costureiros, elas exibindo também saltos do arco-da-velha que mal se têm de pé, o uso do penteado cada vez mais trabalhado e depois ,meu Deus, quantas as GAFFES nas palavras e nos gestos cometidos etc etc. Com este aparato como poderão ser boas profissionais? (recordo em surdina a modéstia de tantos que nos deixaram e ainda muito recentemente, Artur Agostinho) E sabem quanto ganham este conjunto de moçoilas?!...
Chamar a atenção para esta gente que certamente não chegará até ao fim, porque não há mal que sempre dure e as pessoas começam a estar fartas de tudo...
Agora , veja-se como exemplo de sobriedade de autêntica verdade e da simplicidade com que se apresentam e encaminham os talk shows, respectivamente, de uma OPRAY ELENE DR PHIL!.... Com estes Senhores até poderiam ir apredendo alguma coisa... Os programas que todo o mundo segue como eu porque apenas querem estar de uma forma natural a escutar a voz da sabedoria da razão e sobretudo da realidade densa e autêntica.
Na nossa televisão, penso também, que..."Não há mal que resista ao tempo!" Basta alertar algumas mentes de raiz... E se todo o mundo e coisas são feitos de mudanças...
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