Esta estrada este caminho
Por onde o acaso nos leva
Transporta mil embaraços
Por eles passam mil passos
Pés no caos a procurar
Máscaras que o rosto endurece
...
Por onde o acaso nos leva
Transporta mil embaraços
Por eles passam mil passos
Pés no caos a procurar
Máscaras que o rosto endurece
...
Num tempo que nada tece
Nele se enrola a razão
Levam lá dentro um vulcão
Sem que a noite estoire ou arda…
Dentro da casa a migalha
Do nada que há para dar
Fecham-se as luzes à pressa
O gás depressa se apaga
A sopa aguarda já fria
Aquecem-se à sombra da vida
Nesga da casa perdida
Sem saber Hoje/Amanhã…
São vazios restos de nada
A noite sem madrugada
Ninguém dorme, olhando a vida
A reflectir escuridão
Vento a soprar na janela
Rompante espectro das nuvens
Farrapos da chuva a cair
Sem rendilhados de outrora
Com este filme nos olhos
Ironiza-se o serão
“Requiem” em banda sonora
Marca de um tempo em desnorte
Como se apenas a morte
Fossa acaso a solução!
Isabelmonteiro
Nele se enrola a razão
Levam lá dentro um vulcão
Sem que a noite estoire ou arda…
Dentro da casa a migalha
Do nada que há para dar
Fecham-se as luzes à pressa
O gás depressa se apaga
A sopa aguarda já fria
Aquecem-se à sombra da vida
Nesga da casa perdida
Sem saber Hoje/Amanhã…
São vazios restos de nada
A noite sem madrugada
Ninguém dorme, olhando a vida
A reflectir escuridão
Vento a soprar na janela
Rompante espectro das nuvens
Farrapos da chuva a cair
Sem rendilhados de outrora
Com este filme nos olhos
Ironiza-se o serão
“Requiem” em banda sonora
Marca de um tempo em desnorte
Como se apenas a morte
Fossa acaso a solução!
Isabelmonteiro

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