Penso que fiz alguma coisa... Por isto ou por aquilo...
Pelo mundo percorrido do espaço africano, condicionada à vida
profissional do meu marido, então médico do QCU, tive o ensejo, muito
cedo de estar presente e poder sentir mais de perto o sofrimento alheio.
Também na aprendizagem e ajuda que experimentei e pus em prática junto da mulher africana, para a poder ensinar nas suas tarefas diárias... enquanto mulheres e mães. Algumas havia, nos espaços mais recônditos do norte de Moçambique, Mocímboa da Praia, Mueda e Palma, que não sabiam parir devidamente e ignoravam toda a higiene e assistência aos seus bebés.
Porque aprendi a perscrutar a vida nas minhas mãos sempre que
assistia a partos ou cesarianas em mulheres de todas as cores raças e
credos
Porque arrostei os medos as grandes distâncias e os mistérios
Africanos no imenso mato do norte ao sul de Moçambique e soube permanecer
Porque soube superar alguns danos com que a vida nos surpreende no
meio do caminho
Porque enfrentei todos os obstáculos com coragem e determinação
Porque fui amada e amei (aqui a recordação saudosa e eterna do meu
marido e dos meus pais)
Porque continua este amor da família que me enternece
Porque ponho na entrega e na dádiva o conforto do coração
Porque sou eu a perfilar-me no futuro da minha descendência
Porque sou hoje a mulher que se orgulha, neste dia Internacional da
Mulher, a ser lembrada e escolhida nesta forma de Homenagem
E por tudo isto e por aquilo penso que a minha realização como mulher não acabou, continuará, enquanto a vida mo permitir. No campo
Profissional ainda hoje a comunicar a ensinar e também a aprender
E, ainda nesta poesia da vida que me vai sempre alimentando a escrita de todos os dias. Até um dia! E serei sempre... ou isto ou aqiuilo...O que Deus quiser.... isabelmonteiro
Pelo mundo percorrido do espaço africano, condicionada à vida
profissional do meu marido, então médico do QCU, tive o ensejo, muito
cedo de estar presente e poder sentir mais de perto o sofrimento alheio.
Também na aprendizagem e ajuda que experimentei e pus em prática junto da mulher africana, para a poder ensinar nas suas tarefas diárias... enquanto mulheres e mães. Algumas havia, nos espaços mais recônditos do norte de Moçambique, Mocímboa da Praia, Mueda e Palma, que não sabiam parir devidamente e ignoravam toda a higiene e assistência aos seus bebés.
Porque aprendi a perscrutar a vida nas minhas mãos sempre que
assistia a partos ou cesarianas em mulheres de todas as cores raças e
credos
Porque arrostei os medos as grandes distâncias e os mistérios
Africanos no imenso mato do norte ao sul de Moçambique e soube permanecer
Porque soube superar alguns danos com que a vida nos surpreende no
meio do caminho
Porque enfrentei todos os obstáculos com coragem e determinação
Porque fui amada e amei (aqui a recordação saudosa e eterna do meu
marido e dos meus pais)
Porque continua este amor da família que me enternece
Porque ponho na entrega e na dádiva o conforto do coração
Porque sou eu a perfilar-me no futuro da minha descendência
Porque sou hoje a mulher que se orgulha, neste dia Internacional da
Mulher, a ser lembrada e escolhida nesta forma de Homenagem
E por tudo isto e por aquilo penso que a minha realização como mulher não acabou, continuará, enquanto a vida mo permitir. No campo
Profissional ainda hoje a comunicar a ensinar e também a aprender
E, ainda nesta poesia da vida que me vai sempre alimentando a escrita de todos os dias. Até um dia! E serei sempre... ou isto ou aqiuilo...O que Deus quiser.... isabelmonteiro
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