(...)
E a vida de todos os dias retoma o seu dia...
Depois, lentamente esqueceste.
Só és lembrado em duas datas, aniversariamente:
Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste.
Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada.
Duas vezes no ano pensam em ti.
Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram,
... E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti.
Encara-te a frio, e encara a frio o que somos...
Hoje passando a tarde com a minha amiga Manuela Nogueira, (sobrinha de Fernando Pessoa) na sua encantadora vivenda de S.João do Estoril, recordou muito o seu tio com aquele encanto que lhe é peculiar. E lembrando a efemeridade da vida (tanta luta quanta ambição!) se falou e recordou Álvaro de Campos na sua verdade, naquele magnífico poema do qual deixo o último extracto acima transcrito.
E a vida de todos os dias retoma o seu dia...
Depois, lentamente esqueceste.
Só és lembrado em duas datas, aniversariamente:
Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste.
Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada.
Duas vezes no ano pensam em ti.
Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram,
... E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti.
Encara-te a frio, e encara a frio o que somos...
Hoje passando a tarde com a minha amiga Manuela Nogueira, (sobrinha de Fernando Pessoa) na sua encantadora vivenda de S.João do Estoril, recordou muito o seu tio com aquele encanto que lhe é peculiar. E lembrando a efemeridade da vida (tanta luta quanta ambição!) se falou e recordou Álvaro de Campos na sua verdade, naquele magnífico poema do qual deixo o último extracto acima transcrito.
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