
o que vejo e sinto da minha janela...
Quem me dera ser
a minha alegre janela
aberta de par em par
que a pomba que pousou nela
vem correndo tagarela
e ali fica a conversar
o sol rolando-se a rir
vai colorindo a moldura
... ébrio de luz e de cor
penetra no arvoredo
que se fecha num enredo
e que se espanta de luz
mas num facho de harmonia
acorda... Que maravilha,
vai cobrindo toda a rua
aquela minha janela
mais parece uma aguarela
aberta de par em par
com uma pomba a morar nela
toda alegre e prazenteira
perpassa a brisa ligeira,
parece que me quer falar
em tardes de céu azul
há sempre um adeus em mim
a pomba ascende ao espaço
a pomba nada me traz
a pomba nada me diz
mas sou feliz!
Quem me dera ser
a minha alegre janela
aberta de par em par
que a pomba que pousou nela
vem correndo tagarela
e ali fica a conversar
o sol rolando-se a rir
vai colorindo a moldura
... ébrio de luz e de cor
penetra no arvoredo
que se fecha num enredo
e que se espanta de luz
mas num facho de harmonia
acorda... Que maravilha,
vai cobrindo toda a rua
aquela minha janela
mais parece uma aguarela
aberta de par em par
com uma pomba a morar nela
toda alegre e prazenteira
perpassa a brisa ligeira,
parece que me quer falar
em tardes de céu azul
há sempre um adeus em mim
a pomba ascende ao espaço
a pomba nada me traz
a pomba nada me diz
mas sou feliz!
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